10 Discos Que Viciei: NEVERMIND

maio 6, 2008 at 3:04 pm 3 comentários

Começarei esta nova série, talvez por total falta de assunto. Imagino que será difícil de termina-la, uma vez que serão 10 postagens e a desmotivação prejudica. Mas, como se trata de algo pessoal, seguirei em frente no registro de minhas preferências, para quem sabe daqui a uns 10 anos retornar e rememorar um pouco do Marcos sub-30.

10: NEVERMIND – NIRVANA

O grande disco desta, que foi a última banda a abalar as estruturas do rock n’ roll. Quando de seu lançamento, nos anos de 1990, eu – então adolescente – estava mais interessado em ouvir dance e axé. Um equívoco inaceitável; desvio de conduta certamente motivado pela má influência dos amigos (ainda que eu não me arrependa de nada). É claro que havia honrosas exceções: eu sempre escutava um pouco de Beatles e curti os grandes hits do Bon Jovi, Roxette e Guns n’ Roses.

O grosso, entretanto, era porcaria. No caso do Nirvana, o fato é que as mesmas rádios que tocavam os “meus estilos” (Jovem Pan e Transamérica), também executavam a banda de Seattle, embora eu não desse muita bola. Pois eu precisei amadurecer um pouco, assistir à morte da dance music e à industrialização depreciativa do Axé, para assumir a minha verdadeira identidade roqueira. Atrasado, viciei no NEVERMIND nos anos 2000, como aliás fizera numa série de casos – talvez pelo fato de ser um cara “do contra”.

– O que eu não gosto no disco: algumas músicas são muito sujas e sem melodia – o que não faz o meu estilo.

– O que eu gosto no disco: energia e selvageria, misturadas com boas melodias e temas chocantes.

Anúncios

Entry filed under: Música.

Viajei Comprovado: Barrichello é um mané.

3 Comentários Add your own

  • 1. Gabeira  |  maio 7, 2008 às 11:32 am

    Grande disco desta que, também na minha opiniuão, foi a última grande banda a cravar seu nome na história da música. Destaques do álbum são todas – eu, ao contrário de Marquêra, gosto das músicas sujas, hehehe – porém arrisco a pôr em evidência “Lounge Act”, “On A Plain” e “Drain You”.

    Estas três músicas fazem parte do lado B do disco – para quem ainda pegou essa mídia – e são três canções que exemplificam bem o Nirvana: peso, melodia e pourra louquice até a alma.

    Para quem quer se iniciar no mundo nirvana, recomendo começar pelo unplugged (só para não assustar muito), depois pega umas das coletâneas (tanto a mais nova qto a ao vivo), para então seguir para os “discos de inéditas”.

    Incesticide e In Utero são dois discaços, porém necessitam sere escutados com mais paciência.

    Cmo diria Lobão, na música “Nós Vamo Invadir Sua Praia”, do Ultraje: eu rrrrrecomendo!!!!

    Responder
  • 2. Marcos  |  maio 7, 2008 às 11:52 am

    ehehehe. Grande comentarista. Mas e esse tal de incesticide? Não conheço esse disco.

    Responder
  • 3. Gabeira  |  maio 7, 2008 às 2:01 pm

    O Incesticide foi um disco lançado com músicas que não haviam sido aproveitadas em discos anteriore. Ele foi lançado antes do In Utero. Eu tenho o lp até hj la em casa, hehehehehe. O Lado é A pega na hora, só tem musicão, fácil de ser assimilado; mas o lado B tem umas doideras bem legais, mas são mais complicadas de pegarem vc na p´rimeira escutada, hehehehe.

    Responder

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Trackback this post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


Agenda

maio 2008
S T Q Q S S D
« abr   jun »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Most Recent Posts


%d blogueiros gostam disto: